#maisamor

Duas meninas vestidas de menino trocavam carinhos e se olhavam somente nos olhos, enquanto um ônibus inteiro as observava por todos os lados com reprovação. Já elas, sem sequer notar a repulsa babaca de senhoras de péssimo humor e de uma nova geração de preconceituosos, seguiram ostentando afeto e segurança de si por toda a viagem. 

 

Fiz a foto porque toda forma de amor me inspira e viver um amor é um ato de coragem.“Amar é para os fortes”, como o D2 versou.
Além disso, em tempos em que as forças da intolerância parecem nos separar, qualquer abraço já é um ato de protesto.
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Higiene mental 

É um desperdício tão grande passar horas pensando em tristeza, quando tudo que a gente precisa é passar um tempo conversando sobre qualquer coisa com gente nova. Gente que fica olhando o mundo correr do lado de fora, sozinha de gente…, mas tão acompanhada de assuntos e histórias pra contar.   

Vida besta.Vida boa.Vida simples.

É só levantar o olhar…É só prestar atenção.

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Moda.doc

Em plena era em que muitas pessoas ”das modas” acabam sendo admiradas pelo fato de serem bonitas e bem vestidas, eu ainda insisto em admirar aquelas que realmente tem um compromisso em desenvolver uma real assinatura e com a construção de um trabalho mais denso. Gravitando muito acima do pasteurizado #lookdodia, as editoras de moda combinam conteúdo com um olhar seletivo e sensível para a construção de propostas que vão do incrível ao indispensável.

Personagens que ganham muito mais notoriedade depois do boom! do filme ‘‘O Diabo Veste Prada”, sobretudo elas, as mulheres que assinam em baixo as escolhas que fazem milhares de outras mulheres correrem para as araras atrás de indicações originais e similares as apresentadas nas páginas das revistas, ganharam alguns programas especias e filmes documentários sobre o seu trabalho. O mais famoso deles talvez seja o ”The September Issue”,  que mostra todo o processo de criação, produção e fechamento da edição de setembro (o mês mais importante do ano para as publicações de moda) da Vogue USA. Focando principalmente nas posições tomadas e na personalidade da referência que é Anna Wintour.

Mas, não é só de personagens principais que vivem as narrativas. Por isso, para quem se interessar em saber mais sobre as mentes criativas que também contribuem ativamente para o sucesso dos editoriais das capas da mais importante revista de moda do mundo, a boa é assistir esse documentário EXCELENTE da HBO: The Eye of the Editor. Uma jóia que reúne as mulheres que fizeram história na Vogue com o seu talento para pensar e criar conceitos para imagens incríveis! Vale muito o play, principalmente para poder apreciar a excelência de profissionais como a icônica Grace Coddington e a extravagante Carlyne Cerf De Dudzeele.

Já sobre as brasileiras, eu fiz uma seleçãozinha bem boa com os vídeos de programas e entrevistas que eu mais gostei sobre algumas das nossas principais como Daniela Falcão, Erika Palomino,  Glória Kalil e Mônica Salgado. Além de um documentário feito como trabalho de conclusão de curso sobre Regina Guerreiro, a editora das editoras desse País.

Na Cola com Mônica Salgado

Fazendo Moda – Editora de Moda

Entrevista com Erika Palomino, por Canal de MODA

Nomes da Moda – parte 01:

Nomes da Moda – parte 02:

Nomes da Moda – parte 03:

Regina Guerreiro – Densa, Intensa, Passional

Na Cola: Daniela Falcão (Episódio 1)

Na Cola: Daniela Falcão (Episódio 2)

Garden Girls #03. – J.R. Duran e Daniela Falcão

Na Cola: Gloria Kalil

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Da magia à sedução 

Deusas, loucas e feiticeiras.
As meninas da HAIM estão muita magia pro meu ❤️ nesse FEAT. com o Calvin Harris, gente!
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Vai por mim…Ouça Paolo Nutini!

Sem mini-bios explicativas ou tentativas de ser cabeça pra traduzir voz e estilo, este post é só uma recomendação amiga mesmo.
Ouça Paolo Nutini. Apenas ouça.

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A dor pode ser o melhor remédio

As vezes penso que a melhor chance que podemos dar à alguém é dar chance nenhuma.

Me irrita aqueles que perseveram nas coisas que envolvem o sofrimento. Más escolhas, amores vampiros, a vaidade que impede a pessoa  de lidar com a realidade dos fatos, a falta de argumentos para defender um erro, a cegueira consensual e a permanência na ignorância das expectativas. 
 
No ímpeto de recuperar, recuperar e re-re-re-recuperar alguém, insistimos em insistir tentar lutar contra o desejo deste ou daquele caros nosso coração ir contra a sua vontade de buscar ou ir de encontro com o embate  com as consequências fortes para atos e escolhas. É quase um ato reflexo ordenado pelo coração que, se sobrepõe ao cérebro nessas horas, nos manda a fazer intervenções mais que imediatas toda a vez que vemos fortes consequencias se aproximarem daqueles que queremos bem, mesmo quando causados (e merecidos) por eles mesmos. 
 
Pensar além do nosso desejo de proteção é, na real, a melhor forma de proteger alguém. Muitas vezes a melhor forma de protegermos aqueles que nos são queridos deles mesmos é a atitude virar as costas como sinal de protesto pelos caminhos tortos que eles estão tomando, deixando assim que eles sofram, começando por nós,  a passar pelo calvário que é viver para reconhecer o tamanho dos efeitos de suas escolhas e atitudes. Portanto, de fato, as vezes a melhor remédio para tentar fazer o cego tentar enxergar, é usar a mesma cegueira para suas dores que eles insistem usar para causa-las. 
 
Aliás, a dor,  em muitos casos, é um excelente remédio para as ideias, para a compreensão e para a busca da coerência (seja ela qual for). 
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”Cala-te boca!” – Uma reflexão sobre aceitar a felicidade que cada um escolhe pra si

Eu sou do tipo de gente que quando deixo alguém entrar na minha vida como amigo é porque, definitivamente, não acho essa pessoa menos do que sensacional. 

É sério. Digo pra todo mundo que, como resolução de vida, não consigo ter o tal do amor incondicional. Amo, e me deixo aproximar, somente daqueles que eu realmente admiro. Portanto, pago pau para todos os meus amigos e amigas, sem ser cegão ou ignorando os defeitos, mas sempre aplaudindo e fazendo reverberar toda e qualquer das suas conquistas e os seus maiores talentos. 
 
Dessa forma, achando sempre todo mundo muito incrível, sempre acabo também achando que cada um deles não merece nada menos que incrível. Aliás, acho que é muito natural quando a gente gosta de verdade de alguém, que  a desejemos e até imaginemos o que realmente seria o melhor para ela. No amor, no campo profissional e até mesmo no campo da amizade, eu (quase que de uma forma automática) vivo me pegando a traçar ”perfis ideais” para eles. Idealizo como seria o melhor emprego, o jeito da(o) melhor namorada(o), o melhor momento para ”aquela” ou ”essa” decisão e até a melhor escolha para determinadas questões. Talvez pela minha condição astral que fez de mim um VIRGINIANO em caps lock e bold, sou um controlador nato e compulsivo. rs
 
Mas a vida não é assim, né?
 
Nem sempre aquela sua amiga incrível se vê da mesma forma com que você a vê e, portanto, não se sente tão merecedora de tudo aquilo que você sente que ela merece. Talvez a gente enxergue as pessoas maiores e melhores do que elas mesmas. E, na maioria das vezes, vemos muitos de nossos amigos entrarem em relacionamentos que não são o que pensamos ser o mais coerente com aquilo que pensamos, imaginamos e até desejamos para eles. 
 
Aí nós vemos pessoas passarem por apertos, vivendo situações, enfrentando dificuldades e outros descontos que não precisariam passar caso se enxergassem com o mesmo nível de admiração que os vemos. 
 
Nessas horas nós os alertamos, buscamos ajudas e promovemos intervenções, jogamos as cartas na mesa, brigamos e até nos revoltamos com a reação mais com comum entre pessoas que passam por essa situação, que é a de ignorar o óbvio e seguir vivendo aquilo que claramente não é o certo, apropriado ou justo com ela mesma. Normal… Acontece.
 
Como resolução para 2015, eu resolvi que irei buscar mais pela aceitação nessas situações. Acho que a grande sacada para viver uma vida leve em relação as escolhas tortas que alguns de nossos amigos fazer é a de aceitar a felicidade que cada um escolhe para si. Sem criar expectativas ou trazer a dor pra mim, em 2015 e para a vida, vou tentar aceitar o merecimento de amor que cada um escolhe pra si, tentar intervir menos em situações que eu vejo que o envolvido prefere viver do que antecipar o erro, tentar ouvir menos a minha intuição e ignorar os fatos para não interferir na caminhada de amadurecimento daqueles que eu torço. Porque, quase sempre, aprendemos mais vivendo consequências de nossas escolhas do que as evitando. 
É isso…
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