O design de hoje pensando no futuro, com #GutoRequena.

Assim como para uma massa de admiradores, meu primeiro contato com o trabalho do arquiteto/designer/pesquisador Guto Requena foi por causa do programa Nos Trinques que ele apresentou por um tempo no GNT. Como redator publicitário, procurando por saber mais sobre o mercado de arquitetura e design que atendi durante um bom tempo em um emprega anterior, acabei o encontrando, e, encantado com tudo aquilo que ele acredita e desenvolve, desde então sigo me informando sobre os seus projetos, entrevistas e palestras. Tendo, inclusive, ido assistir à sua excelente participação na edição do ano passado do EARQ (evento de conteúdo para profissionais e estudantes de arquitetura e design de inteiros aqui em Goiânia) e, claro, tietado ele para um #selfie.  

  
Eu super acredito na busca dele por desvendar, discutir e criar a partir da interação entre tecnologia e as pessoas, a cidade e o ciberespaço. Sempre questionando e apontando novas possibilidades para melhor o uso da arquitetura e do design como função e comunicação no meio disso tudo. 

Recentemente, descobri um projeto que ele está fazendo em parceria com a Gafisa (esse sonho de job para quem trabalha para o mercado imobiliário) para o YouTube, chamado Design Hoje!. Nele, Requena leva o seu questionamento inquieto sobre a nova função do design para conversar com profissionais e especialistas em busca de alternativas, novas praticas e o futuro do uso dessa ferramenta criativa para o bem com a cidade, a arte, a preservação e uso da memória e da identidade nacional (o que define design brasileiro?) e foco em valores sustentáveis de compartilhamento. Excelente iniciativa que vale muito o play: 

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A vida pela janela de Adriana Calcanhoto

A verdade é que eu queria mesmo que a minha vida seguisse uma linha fluida, assim como histórias versadas pela poesia de Adriana Calcanhoto. Ter um existir mais leve, livre, aberto e cheio de pequenas grandes descobertas, assim como a letra de “Esquadros”. Queria ter a sorte de uma liberdade mochileira e sem amarras, andando pelo mundo de olhos e braços abertos.

Queria mesmo era ter a coragem de procurar qualquer sorte de inspiração conhecendo cores, gostos, sentidos, sensações, sentimentos e até amores, como “se fosse um marinheiro” . 

Quem sabe até me deixar provar a intensidade da decisão a automática de “Vambora”, vivendo uma vida mais passional e comprometida com uma entrega mais verdadeira. Deixar de ficar aqui sonhando com o próximo tênis pra estar sempre vivendo o próximo passo. 

Nesses dias em que a minha liberdade prende cada dia mais as minhas decisões, eu fico aqui pensando em ser música solta no ar. 

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Nossa, eu acho ela Rensga!

Amigos, é com imensa felicidade que compartilho com vocês que estou me lançando na carreira do Sertanejo Reacional, com essa canção que fala sobre a verdade, o sentimento e o nosso jeitinho doce de demonstrar amor a primeira vista.

Agradecer a todos os envolvidos no projeto, em especial à minha banda, o Olavo Filipe Leal, e a Marcella Brito, minha agente.
Contatos para shows, favor falar com ela.

Beijo na alma!

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Minha vida, e da minha família e amigos, depois do #dubsmash: 

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The Legend Of Leigh Bowery

Descobri toda a superlatividade do Leigh Bowery, essa persona que é uma mistura de artista performático com estilista #semfiltro e sem medo, meio que ‘’sem querer’’, depois de assistir um dos vídeos dessa delícia que é a websérie ”ENJOY” da Regina Guerreiro para a Cavalera.

Talvez pela minha insaciável necessidade de novas referências e novos ícones para me inspirar, repensar, balançar e até mesmo me assustar – no melhor sentido da palavra, pois nem tudo são flores para fazer nascer uma boa e sacolejante ideia -, o ícone pop australiano que virou assunto depois de ir para a Inglaterra virou uma obsessão. Por mais que eu seja tão normcore no correr dos dias, não resisto aos destemidos nos panos.

E foi de tanto batucar seu nome em meu teclado pelos Googles e Youtubes da vida, achei uma preciosidade! The Legend Of Leigh Bowery, um documentário precioso que reúne arquivos de Bowery e os mistura com depoimentos de amigos e personagens importantes da cena underground londrina da época em que ele reinava como gênio e principal referência.

Seja para se inspirar ou para pensar fora da caixa, o vídeo abaixo é um excelente motivo para dar PLAY:

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Aí eu baixei uma música do Luan Santana…

Por causa do arranjo, da melodia e até da letra, eu baixei uma música do (pasme se quiser…) Luan Santana.

É claro que, por um instante de segundo, me sento meio ‘’cult poser’’ ou algum tipo de traidor do movimento intelectualizado que odeia todo o tipo de manifestação too much mainstream de quinta categoria. Sem muito jeito nem em admitir para mim mesmo que eu havia feito essa blasfêmia de misturar um hit sofrência/sertanejo pop a minha playlist ecleticamente cool, que mixa clássicos de Maria Bethânia com pauleiras modernas de Jay-Z e Kanye West e muita música pop de pista, timidamente, não coloquei ‘’Escreve Aí’’ no meu iPod. Afinal, só Deus sabe o que aconteceria se algum dos meus amigos viciados em café, de óculos grossos e camisas xadrez diriam se me flagrassem na rua com tocando em alto volume os versos do tal príncipe sertanejo. Zuação eterna e uma boa dose de descrença a minha ‘’imagem Los Hermâmica’’ seriam algumas das minhas menores sentenças.

Contudo, algum instante depois do meu inicial pânico pela possível quebra da minha possível reputação, me lembrei que, além de eu ter quase 30 anos e isso ser um fator determinante para eu já ter passado da hora de estar mais seguro de mim, também havia baixado o cd incrível da Alice Caymmi, Rainha dos Raios, que, entre outras coisas, tem uma versão maravilhosa de ‘’Princesa’’, um top clássico do funk nacional. Quer coisa mais populacho-chic do que isso?

Dá-lhe MC Marinho!

Sério! De uns tempos para cá, depois de ver Caetano gravar música bem povão como a deliciosamente triste ”Você não me ensinou a te esquecer’’, cantada originalmente por Fernando Lemes e depois disso até mesmo por Chrystian e Ralf, Tiê suavemente sensualizar com classe o forrozão ‘’Você Não Vale Nada’’ do Calcinha Preta e até mesmo Maria Bethânia dar sentido de poesia cantada a Letra de ‘’É o amor’’ de Zezé de Camargo e Luciano, venho pensando que (geralmente) não é a música que é ruim, mas sim a forma com que ela te toca.



Musica foi feita pra dar voz ao momento, fazer companhia, traduzir o que a gente não sabe explicar. Não para separar as pessoas. Afinal, a gente já tem tantas formas de separar e afastar os outros, porquê ficar arranjando mais funções de formadora de picuinha para uma arte que, eu acho, nasceu para trazer para perto?

Aaah…Quer saber?! Adicionei o iPod. Sem medo, até cantarolo baixo (procedimento padrão para quem não sabe cantar e anda de transporte público). E, se você tiver sem medo e sem preconceitos, aperta o play aí pra ouvir ‘’Escreve aí’’:

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Nada de ”Não me toques”

‘’Não olha pra mim assim se não eu choro. ’’
‘’Nem chega perto se não eu arrepio. ’’
‘’Nem me abraça se não eu já começo a sentir saudade.’’
‘’Nada de conversar hoje. Do jeito que eu estou, te falo bem umas verdades. ’’

E assim a gente segue se negando ao direito de sentir e demonstrar os sentimentos. Dia desses estava bem comentando isso com umas amigas… Sobre essa nossa mania de sempre buscar um meio de espantar as pessoas e situações que podem nos fazer, de alguma forma, deixar passar o nosso lado mais frágil, verdadeiro e sensível.
Sempre que surgem situações como essa, do tipo que nos forçam a tomar algumas atitudes, eu solto a clássico clichê de que é ‘’Tudo culpa dos dias de hoje’’.
Mas…? Sei lá… Às vezes eu tenho a nítida impressão que as nossas reações estão todas padronizadas, que somos os mesmos e que existe muita pouca personalidade para tantos personagens que a gente acaba tendo que assumir pra enfrentar o passar dos dias. Os dilemas, as reponsabilidades, as posições que vão surgindo e os status que elas vão agregando à construção da nossa imagem externa, essa personagem que inventamos para os outros nos admirem e nos levem a sério, meio que parecem exigir a elaboração de uma casca de proteção dessa área das nossas verdades.

Com medo de revelar um lado mais humano, nos tornamos robôs. Já percebeu?
Estamos cada vez mais treinados para ter em mente a ideia de que um choro nos torna fraco, um medo assumido traz um atestado de vulnerabilidade e um receio confidenciado nos dá a fama de desequilíbrio. Na vida objetiva, a do trabalho e das obrigações, até acho válido (mesmo acreditando que os melhores gestores são aqueles que assumem todos os seus traços de personalidade com o objetivo de afinar os seus talentos e desenvolver outros pontos menos fortes com a sua equipe). Mas isso tem vindo cada vez mais pra vida ‘’fora do escritório’’, transformando pessoas em seres frios, guiados por interesses e pela busca de manter uma imagem sólida e gélida em todos os seus palcos onde se representa e onde se vive a vida.

Acho triste. Acho meio sem noção, o fato de negar a sua humanidade tentando chegar a um patamar de superioridade humana sem sensibilidade, tato e sem a companhia de pessoas reais para com quem a gente possa ser real.
A vida sem gente pra compartilhar ela não é uma experiência, é só uma passagem. Poder ser quem somos e nos permitir isso é um das melhores formas para se encontrar amigos da melhor qualidade.

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