Da magia à sedução 

Deusas, loucas e feiticeiras.
As meninas da HAIM estão muita magia pro meu ❤️ nesse FEAT. com o Calvin Harris, gente!
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Vai por mim…Ouça Paolo Nutini!

Sem mini-bios explicativas ou tentativas de ser cabeça pra traduzir voz e estilo, este post é só uma recomendação amiga mesmo. Ouça Paolo Nutini. Apena ouça.

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A dor pode ser o melhor remédio

As vezes penso que a melhor chance que podemos dar à alguém é dar chance nenhuma.

Me irrita aqueles que perseveram nas coisas que envolvem o sofrimento. Más escolhas, amores vampiros, a vaidade que impede a pessoa  de lidar com a realidade dos fatos, a falta de argumentos para defender um erro, a cegueira consensual e a permanência na ignorância das expectativas. 
 
No ímpeto de recuperar, recuperar e re-re-re-recuperar alguém, insistimos em insistir tentar lutar contra o desejo deste ou daquele caros nosso coração ir contra a sua vontade de buscar ou ir de encontro com o embate  com as consequências fortes para atos e escolhas. É quase um ato reflexo ordenado pelo coração que, se sobrepõe ao cérebro nessas horas, nos manda a fazer intervenções mais que imediatas toda a vez que vemos fortes consequencias se aproximarem daqueles que queremos bem, mesmo quando causados (e merecidos) por eles mesmos. 
 
Pensar além do nosso desejo de proteção é, na real, a melhor forma de proteger alguém. Muitas vezes a melhor forma de protegermos aqueles que nos são queridos deles mesmos é a atitude virar as costas como sinal de protesto pelos caminhos tortos que eles estão tomando, deixando assim que eles sofram, começando por nós,  a passar pelo calvário que é viver para reconhecer o tamanho dos efeitos de suas escolhas e atitudes. Portanto, de fato, as vezes a melhor remédio para tentar fazer o cego tentar enxergar, é usar a mesma cegueira para suas dores que eles insistem usar para causa-las. 
 
Aliás, a dor,  em muitos casos, é um excelente remédio para as ideias, para a compreensão e para a busca da coerência(seja ela qual for). 
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”Cala-te boca!” – Uma reflexão sobre aceitar a felicidade que cada um escolhe pra si

Eu sou do tipo de gente que quando deixo alguém entrar na minha vida como amigo é porque, definitivamente, não acho essa pessoa menos do que sensacional. 

É sério. Digo pra todo mundo que, como resolução de vida, não consigo ter o tal do amor incondicional. Amo, e me deixo aproximar, somente daqueles que eu realmente admiro. Portanto, pago pau para todos os meus amigos e amigas, sem ser cegão ou ignorando os defeitos, mas sempre aplaudindo e fazendo reverberar toda e qualquer das suas conquistas e os seus maiores talentos. 
 
Dessa forma, achando sempre todo mundo muito incrível, sempre acabo também achando que cada um deles não merece nada menos que incrível. Aliás, acho que é muito natural quando a gente gosta de verdade de alguém, que  a desejemos e até imaginemos o que realmente seria o melhor para ela. No amor, no campo profissional e até mesmo no campo da amizade, eu (quase que de uma forma automática) vivo me pegando a traçar ”perfis ideais” para eles. Idealizo como seria o melhor emprego, o jeito da(o) melhor namorada(o), o melhor momento para ”aquela” ou ”essa” decisão e até a melhor escolha para determinadas questões. Talvez pela minha condição astral que fez de mim um VIRGINIANO em caps lock e bold, sou um controlador nato e compulsivo. rs
 
Mas a vida não é assim, né?
 
Nem sempre aquela sua amiga incrível se vê da mesma forma com que você a vê e, portanto, não se sente tão merecedora de tudo aquilo que você sente que ela merece. Talvez a gente enxergue as pessoas maiores e melhores do que elas mesmas. E, na maioria das vezes, vemos muitos de nossos amigos entrarem em relacionamentos que não são o que pensamos ser o mais coerente com aquilo que pensamos, imaginamos e até desejamos para eles. 
 
Aí nós vemos pessoas passarem por apertos, vivendo situações, enfrentando dificuldades e outros descontos que não precisariam passar caso se enxergassem com o mesmo nível de admiração que os vemos. 
 
Nessas horas nós os alertamos, buscamos ajudas e promovemos intervenções, jogamos as cartas na mesa, brigamos e até nos revoltamos com a reação mais com comum entre pessoas que passam por essa situação, que é a de ignorar o óbvio e seguir vivendo aquilo que claramente não é o certo, apropriado ou justo com ela mesma. Normal… Acontece.
 
Como resolução para 2015, eu resolvi que irei buscar mais pela aceitação nessas situações. Acho que a grande sacada para viver uma vida leve em relação as escolhas tortas que alguns de nossos amigos fazer é a de aceitar a felicidade que cada um escolhe para si. Sem criar expectativas ou trazer a dor pra mim, em 2015 e para a vida, vou tentar aceitar o merecimento de amor que cada um escolhe pra si, tentar intervir menos em situações que eu vejo que o envolvido prefere viver do que antecipar o erro, tentar ouvir menos a minha intuição e ignorar os fatos para não interferir na caminhada de amadurecimento daqueles que eu torço. Porque, quase sempre, aprendemos mais vivendo consequências de nossas escolhas do que as evitando. 
É isso…
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Enquanto eu esperava…

Neste exato momento estou trancado do lado de fora da minha casa por ter esquecido minhas chaves de casa na gaveta da minha mesa do trabalho. Escrevo essas palavras em um caderninho tipo Moleskine da linha do Alexandre Herchvovitch (um criativo que eu adoro de verdade) para a Tok&Stock que não sai da minha bolsa para este fim, escrever algumas ideias, há algum tempo. As escrevo para esperar a minha madrasta, hospedada em minha casa pela temporada de férias dos meus irmãos caçulas, chegar com a o chaveiro reserva que eu a dei para poder ir aos seus compromissos.

Enquanto a espero, quase morro de agonia porque meu celular, um iPhone 5 extremamente viciado em seu carregador, está perto dos 20% de bateria que, para ele, é o mesmo que o último suspiro. Isso me impede de ficar mexendo em minhas redes sociais, pra ler um texto qualquer de um link supercompartilhado no Facebook, checar quantos likes meu último post no Instagram alcançou ou conversar com os meus amigos pelo WhatsApp.

Escrever usando papel e minha lapiseira, algo que me dá imenso prazer mas que há muito não fazia, me fez refletir sobre o quantas coisas eu deixei de fazer simplesmente passeia deixar meu tempo passar, literalmente pelos dedos que deslizam pela tela do meu celular de link em link, like em like de vídeo em video… Não que eu não aprenda ou descubra novas coisas  com o tempo que passo imerso por este buraco negro que é a internet aliada a praticidade de estar sempre a mão. Não é isso… Eu até que descobri pessoas, coisas, ideias e inspirações incríveis durante estes intermináveis períodos.

Mas, também devido a estes períodos que não respeitam meus outros prazeres, não leio nem com a mesma frequência nem com a mesma concentração de antes, não assisto filmes nem com o mesmo ritmo nem com o mesma atenção que antes, não escrevo minhas coisas como gostaria ou, por exemplo, não me dedico a fazer mudanças para deixar esse blog mais interessante para outros fins.

Os motivos  da preguiça que me impedem de fazer todas esses itens listados e que me fazem ficar por horas e horas no celular já estão sendo ajustados, como, por exemplo, a criação de uma meta de uma quantidade de livros para serem lidos este ano. Mas além de  uma série de listas elaboradas mentalmente e realmente escritas, existe também uma conscientização de uma mudança mais profunda em todos os outros aspectos que também me distraem de tudo aquilo que pode me ajudar a ter profundidade em minhas experiências de estudo, entretenimento e mesmo de distração. Até mesmo porque, como curtir mesmo  um ócio profundamente proveitoso sem a força de negar atender os apitos e as atualizações da tela do celular que ficam nos convidando a olhos, mexer, conversar, compartilhar e…, mais uma vez, deixar para depois (e não concentrar naquilo que estávamos) fazendo.

Sinal dos tempos? Agonia contemporânea? Falta de força de vontade? Sei lá… Mas sem mais palavras. Minha madrasta acabou de me mandar uma mensagem dizendo que está quase chegando com as chaves e eu não quero deixar esse texto sem um fim. Vai que eu nem o termino por causa daquele perfil engraçado no Instagram cheio de vídeos que me fazem virar do avesso de tanto rir… É. Fim!

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DOIS MIL E QUATWERK

Lembra quando o padrão de beleza americano não incluía essa “abundância” toda?! Pra mim, na gringolândia, em 2014 as nádegas se transformaram nos novos peitos.

Parece que eles estão vivendo a nossa sempre obsessão pelo derrière delas, naquele nível hardcore de uns 7 anos atrás (?!), que fez com que elevassem a Mulher Melância (lembram daquilo?) a sexy simbol. Palmas pro popô, que de Rita Cadilac a Nicki Minaj, vive aí sempre em pauta, ganhando mil opiniões e olhares.

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MANIFESTO #MudaBrasil! Mas seja VOCÊ a pequena mudança da NOSSA grande mudança

Assim como a maioria de vocês, eu também não entendo muito de política. Assumo, sem vergonha.

Mas de uma coisa eu entendo: respeito. Entendo sobre a máxima importância de tentar entender e respeitar o direito do outro, a opinião do outro, os valores do outro, a felicidade que o cada um escolhe para si e, acima de tudo, respeito ao papel a origem de cada um.

Eu votei nulo. Acredito que a #mudança que as ruas desejavam não era representada nem por Dilma, nem por Aécio Neves. Acho que o que mais pediamos era respeito. Respeito pelo nosso patrimônio, pelo nosso bolso, pela nossa inteligência, pelo nosso povo e pelos nossos direitos.

Vi muito despeito camuflado de discurso político durante o avanço das defesas dos candidatos majoritários da disputa eleitoral. Gente que se dizia pela família mas que não aceita a família do outro, gente que pedia igualdade para o Brasil mas insiste em desvalorizar outros brasileiros.. Aliás, eu não entendo essa mania do brasileiro de falar do brasileiro em distância, como se não fizesse parte desse país. Como se também não fosse brasileiro.

Brasileiro que vota, brasileiro que opina, brasileiro que pensa, que produz, que leva o Brasil e o brasileiro pra frente. Brasileiro que pede o direito de ser respeitado e que tem o dever de respeitar.

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Brasileiro do Sul, Sudeste, Centro-oeste, Norte e #Nordeste. Tantos Brasis, tantas riquezas e histórias necessárias! E, de verdade, você acha mesmo que o Nordeste pode ser retirado desse Brasil?! De verdade… Eu não sei o que seria desse Brasil sem esse pedaço tão precioso que nos deu Caetano Veloso, Gil, Elba e Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Belchior, Maria Bethânia, Gal Costa,  Ariano Suassuna, João Cabral de Melo Neto, José de Alencar, Jorge Amado, Nelson Rodrigues, Rachel de Queiroz, Gregório de Matos, Luiz Gonzaga, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Ferreira Gullar e Manuel Bandeira, o Maracatu e o Maracatu Atômico, tantas delícias e tantas outras vozes e culturas. Tem espaço mais superlativo e incrível que esse, minha gente?! Não, né…

Portanto, #mudaBrasil! Mas muda pequeno, a partir de cada um de nós, para mudar grande e para TODOS NÓS.

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Abraço! Delan Salazar, um brasileiro.

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