Inquietações: O OUTRO lado.

Então, resolvi inaugurar aqui no blog um espaço onde eu possa colocar mais do que apenas comentários e impressões, sobre as coisas que eu já coloco aqui. Bem, eu não sei se vocês sabem mas praticamente eu me auto-diagnostiquei como tendo um cérebro hiperativo! Portanto, como ultimamente como nesse corre-corre da vida urbana moderna (ui!baixou o sociologo no tio aqui! hehe), as vezes não encontro com alguém que tempo e disposição, para poder conversar e pensar sobre essas questões que me enquietam de alguma forma…
Então, como eu não preciso de analista porque eu tenho esse blog! Resolvi postar aqui algumas das minhas inquietações.
Então pra começar, eu resolvi postar sobre algo que realmente, devido a um momento que eu estou presenciando no meu convivio diário, tem realmente me feito pensar…ou pelo menos tentar entender sobre.
Estamos acostumados a pensar na temática de relações que terminam ou se mantém mesmo com o parceiro ou parceira tendo amantes. Mas sempre pensamos pelo lado da pessoa que foi traída, pelo lado do traidor…mas nunca pela terceita ponta desse triângulo: o amante.
Já pararam para pensar, sem o olhar do julgamento que nos é tão comum, como alguém se permite partcipar e compartilhar um sentimento por alguém, sabendo que esse alguém pode nunca poderá ser ”seu” de fato?!
Acho que não é só prazer e sexo que rola, sabe?!
Acredito que para que essas pessoas se mantenham, e mantenham essas relações, acho que existe carinho e amor. E mais do que isso, que o que mantém essas relações é a esperança da posse, que não é leviana pelo desejo de ter por ter, para mostrar que tem, ou para derrotar alguém…E pelo desejo de mais que o do ter, que é o do pertencer a alguém e da possibilidade de viver por completo uma relação que lhe tem por completo.
Então, no final quem trai é quem é verdadeiramente ”traído” por si mesmo, pelo amor que sente, por acreditar na força desse amor, por acreditar no final de uma relação e no começo oficial de uma outra, por deixar-se apaixonar…pelo muitas vezes inatingivel.
E são esses tipos de relação, que me fazem pensar que em muitos casos, o amor pode sim transpor barreiras…Mas sem derruba-las, apenas indo e voltando, pulando o muro das conveniências.

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Sobre Delan Salazar

Nenhuma vida é tão insignificante a ponto de não merecer o mínimo de atenção e um espaço no interesse de outros. Portanto, escrevo para falar da minha vida, da vida dos outros e das coisas que eu gosto, acredito e...detesto também.
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Uma resposta a Inquietações: O OUTRO lado.

  1. Alessandro diz:

    Também acho que em relações a tendência é sempre menosprezar e culpar o amante, sem dar trela ao que a pessoa sente.

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