We’ll always ♥ you Whitney.

Longe dos posts clichês que estão surgindo por todos os lados, pois obviamente. a surpreendente e lamentável morte de Whitney Houston é a pauta do momento. O que eu gostaria de falar o quão grande e presente essa mulher, que emplacou seus hits e baladas por 32 vezes entre as músicas nas primieras posições das rádios dos EUA e pelo mundo, foi na e é presente nas memórias que eu guardo da minha vida.
Longe de ser o seu fã número 01, mas sim um admirador do seu inegável talento, sem fazer muito esforço, consigo buscar na minha memória uma série de momentos em que a música de Whitney estava lá…
Muito antes da ”I’ll always love you” do blockbuster estrelado por ela ao lado de Kevin Costner, ”The Bodyguard”, eu me lembro gostar de ouvir no rádio ‘I Wanna Dance With Somebody”, quando tocava entre os flashbacks mais pedidos na Executiva FM (emissora de rádio aqui de Goiânia).

Entra na minha lista pessoal de hits a dançante ”I’m Every Woman”, presente em uma pancada de trilhas sonoras do cinema, programas de calouros da tv e  por aívai… Além de ser aquele música que sempre fazia dodas as mulheres levantarem a mão pra cima e ir pra pixxta, quando estava nas soundtracks de festas que eu me lembro de ir, ao longo da minha pouca idade, no início dos anos 90.

Ao lado de ”I’ll always love you”, a balada ”Greatest Love Of All, também me faz lembrar um porção de casamentos. Aliás, essa música é uma dos hinos máximos dos românticos inflamados, usados também por candidatos de programas a lá Raul Gil, pra mostrar e potêncializar seus possíveis talentos.

Em 1999, dois mega sucessos.
Eu tinha uns 12 anos e um dos grandes lançamentos do cinema daquela época era  a adaptação da história bíblica de Moisés feita pela Disney, ”O príncipe do Egito”. A canção da vez era ‘When you believe”, resultado do dueto vencedor do Oscar de melhor canção daquele ano, de Whitney e Mariah Carey.

E naquele mesmo ano, ao mesmo tempo tempo que enchia milheres de corações de otimismo cantando que era só acreditar…, levava pessoas para as pistas na mesma proporção, com a extremamente dançante e cheia de personalidade, ”It’s Not Right But It’s Okay”. Hit absoluto e obrigatório nas pistas ao redor do mundo, no final dos anos 90.

Infelizmente, o início do século XXI não foi um dos melhores para ela, que se afundava em meio a escândalos que envolviam abusos de drogas e violência doméstica, por causa do seu conturbado casamento com o sem-noção do Bobby Brown.
Depois de quase uma década de total reclusão, brigas judiciais e temporadas de reabilitação, Whitney voltou a cena musical em 2009 com o groove cool-chic da irresistível ”Million Dollar Bill”. Música que desde então, não saiu mais do meu iPod.

Um ícone da música pop. Whitney vai embora deixando uma das maiores heranças que só alguém com tanto talento como ela poderia deixar: Um legado de uma série de músicas, que servirão para sempre como temas e conexões com as melhores lembranças que uma imensidão de pessoas nesse mundo, coleciona e linkam diretamente a sua voz.
Por isso e muito mais… Só o maior dos seus sucessos, pode traduzir o que eu e uma galera sente nesse momento.

Vai com Deus, Whitney.

Sobre Delan Salazar

Nenhuma vida é tão insignificante a ponto de não merecer o mínimo de atenção e um espaço no interesse de outros. Portanto, escrevo para falar da minha vida, da vida dos outros e das coisas que eu gosto, acredito e...detesto também.
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