MANIFESTO #MudaBrasil! Mas seja VOCÊ a pequena mudança da NOSSA grande mudança

Assim como a maioria de vocês, eu também não entendo muito de política. Assumo, sem vergonha.

Mas de uma coisa eu entendo: respeito. Entendo sobre a máxima importância de tentar entender e respeitar o direito do outro, a opinião do outro, os valores do outro, a felicidade que o cada um escolhe para si e, acima de tudo, respeito ao papel a origem de cada um.

Eu votei nulo. Acredito que a #mudança que as ruas desejavam não era representada nem por Dilma, nem por Aécio Neves. Acho que o que mais pediamos era respeito. Respeito pelo nosso patrimônio, pelo nosso bolso, pela nossa inteligência, pelo nosso povo e pelos nossos direitos.

Vi muito despeito camuflado de discurso político durante o avanço das defesas dos candidatos majoritários da disputa eleitoral. Gente que se dizia pela família mas que não aceita a família do outro, gente que pedia igualdade para o Brasil mas insiste em desvalorizar outros brasileiros.. Aliás, eu não entendo essa mania do brasileiro de falar do brasileiro em distância, como se não fizesse parte desse país. Como se também não fosse brasileiro.

Brasileiro que vota, brasileiro que opina, brasileiro que pensa, que produz, que leva o Brasil e o brasileiro pra frente. Brasileiro que pede o direito de ser respeitado e que tem o dever de respeitar.

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Brasileiro do Sul, Sudeste, Centro-oeste, Norte e #Nordeste. Tantos Brasis, tantas riquezas e histórias necessárias! E, de verdade, você acha mesmo que o Nordeste pode ser retirado desse Brasil?! De verdade… Eu não sei o que seria desse Brasil sem esse pedaço tão precioso que nos deu Caetano Veloso, Gil, Elba e Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Belchior, Maria Bethânia, Gal Costa,  Ariano Suassuna, João Cabral de Melo Neto, José de Alencar, Jorge Amado, Nelson Rodrigues, Rachel de Queiroz, Gregório de Matos, Luiz Gonzaga, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Ferreira Gullar e Manuel Bandeira, o Maracatu e o Maracatu Atômico, tantas delícias e tantas outras vozes e culturas. Tem espaço mais superlativo e incrível que esse, minha gente?! Não, né…

Portanto, #mudaBrasil! Mas muda pequeno, a partir de cada um de nós, para mudar grande e para TODOS NÓS.

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Abraço! Delan Salazar, um brasileiro.

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Normcore: Fácil de usar e ouvir

Normcore vocês já sabem muito bem o que é, né?! A tendência que eleva a nossa tão salvadora “roupa do ali”, toda confortável e sem preocupação com montações, a momento-manifesto fashion que “virou moda” justamente por não querer (aparentemente) estar dentro dela.

Apresentada e discutida a atual exaustão em blogs, sites, revistas e outros veículos de moda e comportamento. Resolvi pegar essa mistura de grunge desligado + sport 90 + estilo uniforme tal qual Steve Jobs+ look de ir buscar o pão e o jornal de domingo, para fazer uma playlist com alguns hits normcore’s tão fáceis de se levar como um combo jeans básico sem lavagem + camiseta, e de pegadas tão confortáveis de se ouvir como a sensação de relaxamento e adequação como a sentida ao usar um bom tênis de corrida ou um chinelão tipo Rider anos 90.
Então, sem medo de entrar num território pouco sofisticado e tranquilo de calças largas, combinações monocromáticas, gola rolê, ou misturas preguiçosas e sem compromisso em ser estiloso/estilosa, aperte o play:

BÔNUS ESPECIAL:

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Eu sei que ela está toda prateada e reluzente, maquiada e photoshopada no HARD MODE. Mas tá ou não tá bem buzuzunga essa imagem da Aretha Franklin diva-normcore de calça skinny e tênis All-Star para divulgar o seu último álbum de covers pop.

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NO #selfie CONTROL

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Like-Like-Like…“TROCO LIKES!” Like-Like-Like... ”SIGO DE VOLTA!” Selfie-Selfie-Selfie-Selfie... “TROCO COMENTÁRIOS!”. Selfie-Selfie-Selfie-Selfie… Mil hashtags! Like-Like-Like… A foto é de bunda mas  a legenda é de versículo auto-ajuda. Selfie-Selfie-Selfie… “Olha o meu bíceps com esse verso de um poeta que eu nem conheço…Like-Like-Like… Nem leio a legenda e Like-Like-Like!! Nem te conheço mas te chamo de “lindaaaaa!”… Like-Like-Like… Olha o meu esmalte nessa Selfie-Selfie-Selfie…Like-Like-Like… Nem leio a legenda e Like-Like-Like… Nem leio um livro porque só Like-Like-Like… Nem vejo um filme porque só Like-Like-Like… Sorrio pra câmera: #SELFIE! Não olho no olho: LIKE! Sem sorriso no rosto meus dedos gargalham ”KkKkKkKkKk”. Sentado do lado e tão distante, porque  está “compartilhando”. SHARE! Like?!

 

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Like a Lady

Vida loka, toda tatuada, fashionista corajosa e extravagante, as vezes faz a linha “Zé Droguinha” e uma ou outra doiderinha pra chamar a atenção. Okay. Mas de boba, Lady Gaga não tem nada. E é sendo a diretora das suas próprias loucuras, autora de suas próprias canções e bússola da sua vida e da sua #ArtPop, que ela prova a sua habilidade vocacional pro showbizz de qualquer tempo.

Como um BANG! na mídia, a notícia de um álbum dela lançado em parceria com o último dos grandes lords americanos, Tony Bennett, virou top trend por semanas – aliás, a gata fez até mais uma tattoo, a reprodução de um desenho super jazzista feito pelo próprio Tony, para acalorar o burburinho. Porém, muito além disso, ela mira longe para reafirmar que antes de ser “Gaga” ela é uma “Lady” talentosa, com uma versatilidade musical apurada e de muito respeito aos clássicos.

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Pra ouvir e ver, aí ver e ouvir e aí repete, repete…

Oi pessoas. Como vocês estão?
Que eu posto quando dá, no tempo e na preguiça, não é segredo aqui. Porém, mesmo sem pauta pra textos ou reflexões longas, eu precisei demais falar sobre essas musicas e esses clipes que tão em um repeat nervoso de fazer ouvido sangrar na minha playlist pra enfrentar a minha  jornada longa de ter que fazer ideias brotarem na cabeça e no papel, de todos os dias.

Os primeiros, mais antiguinho em termos de lançamentos, são  essas duas obras dos vídeos de ‘’Crying for no reason’’ e ‘’Still’’,  da tetéia ruiva da Katy B que,  meu Deus!,  estou verdadeiramente hipnotizado.  Linda, voz potente sem ser forçada, personalidade performática, delicada e…ruiva, e, outra vez, ruiva.  Apaixonado!

Aí vem a musica nova da Sia, que já não bastasse ser incrível e um chiclete mental, ganhou um dos clipes mais inteligentes e instigantes EVER!
Sério. Que maturidade cênica (se é que este termo existe…) é essa dessa menina? Que expressividade e inteligência corporal dessa pirralha f-o-d-a que, o quê…?, deve ter uns 10 anos de idade NO MÁXIMO?
De verdade. Tocado, balançado e louco por esse vídeo. Encantado pelo trabalho dessa garota… Muito-muito-muito talentosa!

E, at last but not the least, o vídeo que fez meu coração virginiano e pessimista redescobrir o amor, apenas: ‘’West Coast’’ com essa bizunga e insuperavelmente MUSA da Lana Del Rey, que, cruelmente, sempre escolhe tipões estranhos pra serem os seus pares românticos  nos vídeos, dando ilusões para caras feiosos como eu sonharem… Oh, Lord!

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Me sinto só, me sinto tão…

Banda mineira da mais alta estirpe da safra do pop-rock nacional nascido nos anos 90, a Skank, que eu adoro, é cheia dessas músicas nos fazem sentir fazendo sentindo ao serem ouvidas nos momentos mais oportunos da vida: pés-na-bunda, fins de relacionamentos penosos e tristes, ao vivermos amores otimistas e inabaláveis e até mesmo pra fazer uma esquenta antes de assistir uma partida de futebol. Mas, eu talvez nunca tivesse dado o real valor para a interpretação – pessoal, é claro! – de algumas delas como a radiofônica, clássica, gostosa e chicletóza Tão seu.

Bem, a história da musica todo mundo sabe, né… Um cara que de tão apaixonado, grudento e desesperado pra não ficar um minuto sequer longe da sua amada, vive fazendo planos e apontando sugestões de compromissos para os dois, apaixonados, nunca se deixarem. Pois mesmo algumas horas do dia longe dela o deixariam a beira da sensação da mais profunda e impossível solidão. Então, pra declarar essa sua impossibilidade quase que respiratória perante a ausência da sua amada, ele repete de maneira ritmada e inesquecível o refrão que muita gente cantarola quase sem querer quando ouve pelo qualquer nota da música, repetindo e repetindo ‘’me sinto só, me sinto só eu me sinto tão seu…’’, né… Quem aí mais ou menos na casa dos 20, 20 e poucos e 30, nunca fez isso?

Mas a grande questão que de fato me encafifou a ponto de querer escrever sobre esse encafifamento é a que e se, mesmo se sentindo e sendo só, alguém não se sentir pronto ou certo de que é de alguém? É errado estar com alguém, gostar de estar na sua presença, aproveitar da sua companhia e até sentir sua falta, sem necessariamente ter que ser dessa pessoa? Nós realmente sempre precisamos dessa sensação de posse e pertencimento? E até onde isso nos torna mais dos outros e menos de nós mesmos? Até onde o ‘’meu este’’, ‘’minha aquela’’, nos separa dos nossos ‘’meu eu’’, nos dando alguém pra chamar de nosso/nossa e roubando o prazer e a inteligência de vez ou outra, estarmos sozinhos? Enfim, por que então – numa sociedade que nem mesmo se olha nos olhos por causa das pelas dos smartphones, ainda tem tanta gente tão desesperada para pertencer a alguém, a ponto de deixar sua ideia de individuo para ser um casal?

As vezes sinto que é possível, mais fácil e até mais corajoso ser só, sendo de ninguém mais além de si próprio. Mas sou um caso meio complicado. Me blindei pro amor que transforma 2 em 1, pela construção de ser 1 completo. Por falta de inadequação estética, um tanto de egoísmo e por uma objetividade quase árida para tratar desse tipo de assunto, quando, no lugar, deveria ser doce e suave. Mas, às vezes, passando por cima de qualquer recalque eu me pergunto: Será que essa necessidade louca de pertencer ou assumir a posse alguém sobre as nossa vidas, na verdade, não é uma forma de escapar da construção de uma identidade unicamente particular e individual? E mais: Até quando as pessoas não vão notar que quanto mais precisamos preencher nossas vidas com compromissos ligados a alguém, só pelo simples fato de não suportarmos a ideia de estar em contato com ela ou ele por algumas horas do dia, é que na verdade significa o fato que devemos mesmo é passar mais tempo com nós mesmos? 

Pra nos entender, pra nos confortar, refletir e pra nos fazer compreender o valor da nossa solitária e tão completa companhia, uma vez ou outra, só pra variar.

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O TEMPO É ETC – Campanha para Via Condotti Decorações

Não só pelo fato de ter a felicidade de ter participado da criação, direcionamento e gestão de mais uma campanha desta marca incrível que é a Via Condotti - Goiânia/GO, que isso… rs Mas também por uma dose generosa de orgulho – sem culpa ou modéstia – pelo sucesso que nós da GP3 Comunicação tivemos em mais este projeto conceito e emocional com a loja de decoração, que convido todos vocês a clicarem AQUI e conferirem os textos cheios de memórias, aprendizados, saudades e histórias que eu tive o prazerzaço de escrever.

TEMPO TEMPO TEMPO

Campanha: O TEMPO É ETC. – Conceito: Delan Salazar – Direção de criação: Eloisa Lobo – Direção de arte: Neuber Dias – Redação: Delan Salazar – AGÊNCIA: GP3 Comunicação

Aos personagens, personalidades e homenageados pela campanha/movimento ”O tempo é etc”, o meu/nosso muito obrigado por cada palavra, passagem e momento de vida dividido em suas gravações que chegavam para mim carregadas de curiosidades, emoções e inspirações. Sem querer parecer piegas. São projetos como esse que me fazem feliz, me dão identidade profissional e confirmam a realização que sinto por ter feito na comunicação a melhor escolha pra seguir carreira.

Obrigado ao destino, a vida, aos parceiros, amigos, anjos e às oportunidades!

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